Usar o Open Finance para captar, e não apenas para cumprir.
Portabilidade de crédito, iniciação de pagamento e agregação de contas com as interfaces regulatórias já prontas.
Casos de uso Open Finance são as aplicações práticas do compartilhamento regulado de dados financeiros, como portabilidade de crédito, iniciação de pagamento e agregação de contas, que permitem à instituição reter associados e captar clientes de outras instituições.
O Open Finance é frequentemente tratado como obrigação de compartilhar dados, e instituições que o encaram assim só assumem o custo. O ponto é que o fluxo é bidirecional: quem apenas cumpre a exigência entrega informação dos próprios clientes a concorrentes mais ágeis, enquanto quem constrói casos de uso passa a enxergar a vida financeira completa de clientes de outras instituições. A diferença entre as duas posturas define quem perde e quem ganha base.
O que acontece por baixo da solução.
Agregação para conhecer o cliente
Com consentimento, a instituição enxerga contas, investimentos e dívidas do associado em outras instituições. Isso permite ofertar com base na situação real, e não apenas no relacionamento interno.
Portabilidade como produto ativo
Identificar dívida cara em outra instituição e oferecer portabilidade com condição melhor é uma originação de baixo custo, dirigida a quem já demonstrou capacidade de pagamento.
Iniciação de pagamento
O associado paga a partir de conta em outra instituição sem sair do ambiente da cooperativa. A relação se mantém mesmo quando o dinheiro está guardado em outro lugar.
Formas de aplicar na sua operação.
- Agregação de contas com consentimento do associado
- Portabilidade de crédito de outras instituições
- Iniciação de pagamento a partir de conta externa
- Oferta dirigida com base na situação financeira completa
- Análise de crédito enriquecida com dados compartilhados
Onde isso aparece na prática.
Associado com dívida cara fora
Enxergar um financiamento com taxa alta em outra instituição permite oferecer portabilidade com condição melhor, o que beneficia o associado e traz a operação para a cooperativa.
Cliente que concentra em outro banco
Muitos associados mantêm a cooperativa como conta secundária. A agregação mostra o tamanho real do relacionamento e orienta a estratégia de reconquista.
Crédito para quem tem pouco histórico interno
Dados compartilhados de outras instituições permitem analisar com informação que a cooperativa sozinha não teria, ampliando a concessão com segurança.
O que pode compor o produto.
- Interfaces regulatórias de Open Finance prontas
- Agregação de contas com gestão de consentimento
- Portabilidade de crédito de entrada
- Iniciação de pagamento
- Enriquecimento da análise de crédito
- Painel de consentimentos e uso
- Conformidade com as exigências regulatórias
- Trilha de auditoria dos compartilhamentos
O impacto no resultado.
Captação de baixo custo
Portabilidade dirigida a quem já paga em dia em outra instituição é originação com risco conhecido e custo de aquisição pequeno.
Retenção do associado
Enxergar a vida financeira completa permite agir antes que o cliente concentre tudo na concorrência.
Crédito mais preciso
Informação de outras instituições complementa o histórico interno e melhora a decisão.
Obrigação convertida em ativo
O mesmo investimento que atende à exigência regulatória passa a gerar resultado comercial.
Por que isso importa neste setor.
Cooperativas competem com bancos digitais que têm orçamento de tecnologia muito maior e experiência de produto mais refinada. O Open Finance, curiosamente, é o campo em que essa desvantagem pesa menos, porque as regras e as interfaces são as mesmas para todos. Uma cooperativa que usa bem esses casos de uso acessa a mesma informação que um grande banco acessa sobre aquele cliente, e ainda tem a vantagem do relacionamento local que a fintech não constrói.
O que da plataforma sustenta essa solução.
Onde essa solução também se aplica.
A mecânica muda de nome e de contexto conforme o setor, mas a base é a mesma. Veja como o Finfy atende cada um deles.
