Liquidez antes da colheita, sobre contratos já firmados.
Antecipação de CPRs, contratos de venda de safra e duplicatas da revenda, para atravessar o intervalo entre o plantio e a receita.
Antecipação de recebíveis do agro é a operação que adianta valores de CPRs, contratos de venda de safra e duplicatas de revendas, gerando liquidez no período entre o investimento no plantio e o recebimento da colheita.
O ciclo do agro concentra despesa no plantio e receita na colheita, com meses de intervalo. O produtor que já vendeu a safra antecipadamente tem um contrato firmado, mas não tem o dinheiro; a revenda que financiou insumo tem duplicatas a receber, mas precisa pagar a indústria antes. Nos dois casos existe um recebível sólido e uma necessidade de caixa imediata, e o crédito bancário convencional não foi desenhado para reconhecer esse tipo de ativo.
O que acontece por baixo da solução.
O contrato firmado é o lastro
CPR, contrato de venda de safra ou duplicata da revenda constituem o recebível. A operação incide sobre um compromisso já assumido por um comprador, e não sobre expectativa de produção.
Análise considera o comprador
Em contrato de venda de safra, quem vai pagar é a trading ou a indústria, geralmente uma contraparte sólida. Isso muda o perfil de risco em relação a avaliar apenas o produtor.
Liquidação no vencimento do contrato
Quando a safra é entregue e o comprador paga, a operação é quitada. O produtor não precisa reservar caixa em uma data específica nem administrar mais uma cobrança.
Formas de aplicar na sua operação.
- Antecipação de contrato de venda de safra
- Desconto de CPR financeira
- Antecipação de duplicatas da revenda de insumos
- Antecipação de recebíveis de cooperativa junto a associados
- Linha rotativa vinculada ao volume comercializado
Onde isso aparece na prática.
Produtor com safra vendida
Ter contrato de venda não paga a conta do combustível na colheita. Antecipar o contrato resolve a liquidez sem obrigar a vender produto a preço ruim por necessidade.
Revenda que financiou insumo
Quem concedeu Barter tem recebíveis longos e precisa pagar a indústria antes. Antecipar a carteira permite continuar financiando produtor sem travar o próprio capital.
Cooperativa com recebíveis de associados
A cooperativa adianta insumo e recebe na entrega. Antecipar esses recebíveis dá fôlego de tesouraria para atender mais cooperados na mesma safra.
O que pode compor o produto.
- Antecipação sobre CPR e contrato de venda
- Desconto de duplicatas da cadeia de insumos
- Análise considerando o comprador do contrato
- Liquidação na conta do produtor ou da revenda
- Quitação automática no pagamento do contrato
- Controle de concentração por comprador
- Painel de carteira por cultura e safra
- Relatórios de exposição por região
O impacto no resultado.
Liquidez no ciclo certo
O recurso chega quando a despesa acontece, sem esperar a colheita que é a única fonte de receita do produtor.
Venda sem pressa
Com caixa disponível, o produtor não precisa vender produto em momento ruim de preço apenas para pagar conta.
Revenda continua financiando
Antecipar a carteira de Barter libera capital e permite atender mais produtores na mesma safra.
Risco ligado ao comprador
Em contrato de venda, a análise recai sobre uma trading ou indústria, geralmente mais sólida que o produtor isolado.
Por que isso importa neste setor.
O agro é o setor em que o descasamento entre despesa e receita é mais extremo: não são trinta ou sessenta dias, são de seis a oito meses entre investir e colher. Além disso, o produtor não tem como acelerar o processo, porque ele é biológico. Isso torna a liquidez no intervalo não uma questão de eficiência financeira, mas de quanto se consegue plantar, e explica por que o crédito rural determina o tamanho da safra brasileira tanto quanto o clima.
O que da plataforma sustenta essa solução.
Onde essa solução também se aplica.
A mecânica muda de nome e de contexto conforme o setor, mas a base é a mesma. Veja como o Finfy atende cada um deles.
