Serviços financeiros para o ciclo do agro.
Conta digital para produtores e cooperados, Barter e CPR digital, crédito e antecipação para ciclos longos e Pix e boletos onde o produtor está.
O Finfy para o agronegócio é uma estrutura financeira que respeita o tempo da lavoura, e não o calendário mensal dos bancos. Conta para o produtor, financiamento de insumo pago na colheita, CPR (documento que usa a safra futura como garantia de um empréstimo) digital como garantia e antecipação de recebíveis (receber hoje, com desconto, o valor de vendas que só cairiam depois), tudo operado pela revenda ou pela cooperativa que já atende aquele produtor há anos.
O produtor rural gasta no plantio e só recebe na colheita, seis a oito meses depois, e não há como acelerar esse intervalo porque ele é biológico. O crédito bancário não cobre essa necessidade nem no volume nem no prazo, e foi nesse vácuo que se consolidou o Barter (a revenda financia o insumo e recebe em grãos na colheita), a operação em que a revenda entrega o insumo e recebe em grãos depois da colheita. Hoje o Barter responde por cerca de 30% da receita das revendas, movimentando R$ 13,1 bilhões ao ano. Na prática, revendas e cooperativas viraram financiadoras do próprio setor, mas sem licença nem estrutura de conta, pagamento e crédito à altura do risco que carregam.
Ideias que a sua operação no agro pode lançar.
Cada possibilidade abaixo é um produto financeiro do agro, de Barter (a revenda financia o insumo e recebe em grãos na colheita) e CPR (documento que usa a safra futura como garantia de um empréstimo) digital a crédito rural e antecipação, que revendas, cooperativas e tradings podem colocar de pé com a tecnologia do Finfy, no ritmo da safra.
Barter: insumo por safra
A revenda ou trading financia os insumos e recebe em grãos na colheita, com a operação formalizada em CPR. É a prática mais tradicional do agro brasileiro, e o que muda com a plataforma é a originação, o contrato e a liquidação futura passarem a ser controlados em sistema, e não em contratos de papel acompanhados por planilha.
Saiba maisCPR digital como garantia
Cédula de Produto Rural digital que usa a safra futura como lastro, com registro e acompanhamento da garantia na própria plataforma. A versão digital reduz o custo de formalização e, principalmente, torna possível acompanhar a evolução da garantia ao longo do ciclo em vez de descobrir problema apenas na liquidação.
Saiba maisCusteio de safra embarcado
Linha de custeio originada pela revenda ou cooperativa no próprio ponto de venda de insumos, com desembolso direto na conta digital do produtor. O crédito acontece no momento e no lugar em que a necessidade aparece, sem exigir que o produtor interrompa o preparo da lavoura para negociar com banco.
Saiba maisAntecipação de recebíveis do agro
Antecipação de CPRs, contratos de venda de safra e duplicatas da revenda, gerando liquidez antes da colheita. O agro tem um ciclo em que as despesas se concentram no plantio e a receita só entra meses depois, e é esse intervalo que costuma determinar quanto o produtor consegue plantar em cada safra.
Saiba maisConta do produtor rural
Conta PF ou PJ em que o produtor recebe o crédito, paga insumos e recebe pela venda da safra. Além de centralizar o ciclo financeiro, o histórico transacional vira dado de crédito próprio, o que é especialmente relevante em um setor onde boa parte dos produtores tem pouca informação formal disponível nos bureaus.
Saiba maisPagamento em lote a cooperados
A cooperativa paga milhares de cooperados pela entrega de grãos ou de leite por Pix ou remessa bancária em lote, dentro do fluxo de liquidação da safra. Em cooperativas de laticínio, com pagamento mensal a produtores de porte muito variado, fazer isso lançamento a lançamento simplesmente não escala.
Saiba maisCartão de insumos com limite de safra
Cartão white label (a tecnologia é do Finfy, a marca que o cliente vê é a sua) da revenda ou da cooperativa com limite atrelado ao ciclo da safra, usável na compra de insumos e combustível e quitado na colheita. O prazo do crédito acompanha o tempo biológico da lavoura, e não o calendário de fatura, que é o que torna o produto compatível com a realidade do produtor.
Saiba maisSplit na cadeia de insumos
Divisão automática do pagamento entre revenda, indústria de insumos, trading e plataforma, no momento da venda ou da liquidação em grãos. A cadeia de insumos tem muitos intermediários com percentuais contratados, e resolver o rateio na liquidação evita a conciliação (conferir se o dinheiro que entrou corresponde às vendas registradas) manual que hoje atrasa repasse e gera atrito.
Saiba maisTesouraria da cooperativa
Conta e Internet Banking PJ centralizam recebimentos dos associados, repasses e pagamentos aos fornecedores de insumos. Cooperativas movimentam volume comparável ao de instituições financeiras de médio porte, e operar isso em múltiplos bancos sem visão consolidada custa caro tanto em tarifa quanto em capacidade de negociar.
Saiba maisProdutos Finfy aplicados neste setor.
Cada módulo da plataforma resolve uma parte da operação. Veja como se aplica neste segmento.
Crédito e Antecipações
Núcleo do setor: Barter, CPR, custeio de safra e antecipação de recebíveis, adaptados ao ciclo longo do agro.
Conta Digital
Conta do produtor recebe o crédito e a venda da safra; conta PJ da revenda ou cooperativa concentra a operação.
Pix e Pagamentos
Liquidação instantânea ao produtor, Pix cobrança nas parcelas de custeio e pagamento em lote a cooperados.
Onboarding + KYC
Valida produtor PF/PJ, propriedade e capacidade produtiva. A safra como lastro. Para liberar o crédito.
Cartão White Label
Cartão de insumos com limite atrelado à safra, usável na revenda e quitado na colheita.
Backoffice
Acompanha ciclo de safra, vencimento de CPRs, garantias e inadimplência por produtor e região.
Plataforma pronta ou squad sob medida.
Plataforma pronta
Se o Finfy pronto atende, você lança em semanas sob sua marca.
Squad sob medida
Precisa de regra específica do setor ou integração com sistema legado? Nossos squads constroem.
