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    O aluno paga depois de empregado, acima de um piso de renda.

    Acordo de renda futura que alinha o pagamento ao resultado da formação, com originação, gestão e conciliação de recebíveis de prazo longo.

    Modelo ISA é o acordo de participação em renda futura em que o aluno de curso profissionalizante começa a pagar somente após conseguir emprego e ultrapassar um piso de renda definido em contrato, exigindo estrutura para originar, gerir e conciliar recebíveis de longo prazo com gatilho variável.

    O DESAFIO

    Cursos profissionalizantes de alta empregabilidade enfrentam um paradoxo: atendem quem quer mudar de vida, mas cobram de quem ainda não tem renda para pagar. O ISA resolve isso ao vincular o pagamento ao emprego obtido, o que é justo para o aluno e alinha o interesse da escola ao resultado dele. O problema é operacional: acompanhar renda, aplicar gatilho, tratar desemprego temporário e conciliar recebíveis que podem levar anos não é algo que se administre em planilha.

    PASSO A PASSO

    O caminho do dinheiro, do começo ao fim.

    Onde a operação entra, onde o Finfy entra e o que o cliente vê em cada etapa.

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      A cobrança só começa quando ele estiver ganhando

      O contrato define um piso, por exemplo R$ 3 mil de renda, e um percentual sobre o que passar disso. Enquanto o ex-aluno não chega lá, não deve parcela nenhuma. Isso muda a natureza do compromisso: ele não assume dívida antes de existir a renda que a paga.

    2. 2

      A renda é conferida ao longo do caminho

      O Finfy verifica emprego e renda periodicamente, conforme o combinado. Perdeu o emprego, a cobrança suspende; voltou a trabalhar, ela retoma. Tudo sem renegociar contrato a cada evento, o que seria inviável numa carteira de milhares de alunos com trajetórias diferentes.

    3. 3

      Contratos longos, cada um em seu estágio

      O horizonte é de anos e o valor devido muda conforme a carreira de cada um. O Finfy mantém o registro individual, aplica os gatilhos e concilia os recebimentos, o que é o que torna o modelo administrável: sem isso, a gestão vira impossível já no primeiro milhar de contratos.

    POSSIBILIDADES

    Formas de aplicar na sua operação.

    • ISA para curso de tecnologia com alta empregabilidade
    • Acordo com teto de pagamento total definido em contrato
    • Prazo máximo após o qual a obrigação se encerra
    • Modelo híbrido com parcela mínima e participação na renda
    • ISA combinado com bolsa parcial da instituição
    CASOS DE USO

    Onde isso aparece na prática.

    Escola de programação

    O curso promete empregabilidade, e o ISA transforma essa promessa em compromisso: a escola só recebe se o aluno realmente for contratado com a renda prevista.

    Aluno em transição de carreira

    Quem sai de uma área para outra normalmente não tem reserva nem acesso a crédito. O ISA remove a barreira de entrada e distribui o risco entre aluno e instituição.

    Período de desemprego

    Se o formado perde o emprego, a cobrança pausa automaticamente e retoma depois. Sem esse tratamento, o modelo geraria inadimplência que não reflete má-fé.

    FUNCIONALIDADES

    O que pode compor o produto.

    • Contrato com piso de renda e percentual configuráveis
    • Verificação periódica de situação de emprego
    • Suspensão e retomada automáticas
    • Teto de pagamento e prazo máximo
    • Gestão de carteira de longo prazo
    • Conciliação de recebimentos variáveis
    • Painel de contratos por estágio e por safra
    • Relatórios de empregabilidade e de retorno
    BENEFÍCIOS

    O impacto no resultado.

    Barreira de entrada removida

    O aluno inicia sem desembolso, o que amplia significativamente o público que consegue cursar.

    Interesse alinhado

    A instituição só recebe se o formado conseguir emprego, o que é um compromisso com resultado que nenhuma mensalidade tradicional cria.

    Diferencial de captação

    Oferecer ISA distingue a escola em um mercado onde todos prometem empregabilidade e poucos assumem risco por isso.

    Operação viável

    Gatilho, suspensão e conciliação (conferir se o dinheiro que entrou corresponde às vendas registradas) automatizados tornam administrável um modelo que em planilha seria impraticável.

    POR QUE EDUCAÇÃO

    Por que isso importa neste setor.

    O ISA só faz sentido onde existe relação direta e mensurável entre formação e renda, o que é característico de cursos profissionalizantes de curta duração e alta empregabilidade. Em nenhum outro setor o fornecedor consegue vincular o próprio pagamento ao sucesso econômico do cliente com esse grau de clareza. É um modelo que muda a natureza da relação entre escola e aluno, deixando de ser uma venda de curso para virar uma aposta conjunta no resultado.

    OUTROS MERCADOS

    Onde essa solução também se aplica.

    A mecânica muda de nome e de contexto conforme o setor, mas a base é a mesma. Veja como o Finfy atende cada um deles.

    FAQ · MODELO ISA

    Dúvidas sobre modelo isa.