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    Sua licença e sua infraestrutura como produto para terceiros.

    Varejistas, plataformas e associações criam contas e produtos white label sob a sua autorização, gerando tarifa e float sem investimento físico.

    BaaS multimarca é o modelo em que a instituição licenciada oferece a própria infraestrutura e autorização regulatória a empresas parceiras, permitindo que criem contas e produtos financeiros com a própria marca sob a governança da instituição.

    O DESAFIO

    Uma cooperativa ou instituição financeira tem dois ativos caros e frequentemente subutilizados: a autorização regulatória e a infraestrutura que a sustenta. Crescer com eles significa abrir agência, contratar equipe e disputar cliente no varejo, um caminho lento e de investimento pesado. Enquanto isso, existem empresas com base de clientes pronta e vontade de oferecer serviços financeiros, mas sem licença nem estrutura. Os dois lados têm exatamente o que falta ao outro.

    PASSO A PASSO

    O caminho do dinheiro, do começo ao fim.

    Onde a operação entra, onde o Finfy entra e o que o cliente vê em cada etapa.

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      O parceiro usa a sua licença

      A empresa parceira oferece conta e produtos com a marca dela, enquanto a responsabilidade perante o Banco Central, o compliance e a governança continuam com a instituição autorizada. É isso que permite uma varejista ter conta digital sem virar banco.

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      Cada marca no seu ambiente

      O Finfy dá a cada parceiro um ambiente próprio, com configuração e relatórios separados. A instituição atende dez parceiros sem que um enxergue a operação do outro, nem que um problema num deles contamine os demais.

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      A receita cresce sem abrir agência

      Tarifa, float (o rendimento do dinheiro enquanto ele fica parado em conta) e receita de produtos aumentam conforme a base dos parceiros cresce, sem a instituição abrir ponto de atendimento nem contratar rede comercial. É crescimento de base sem o custo fixo que historicamente limitou o alcance de uma cooperativa.

    POSSIBILIDADES

    Formas de aplicar na sua operação.

    • Conta white label para varejista parceiro
    • Produtos financeiros embarcados em plataforma digital
    • Sub-banco para associação ou entidade de classe
    • Estrutura financeira para empresa do próprio quadro social
    • Ambiente segregado por marca com governança central
    CASOS DE USO

    Onde isso aparece na prática.

    Cooperativa com licença subutilizada

    A autorização e a estrutura já existem e custam caro. Oferecê-las a parceiros transforma custo fixo em receita proporcional ao volume distribuído.

    Varejista que quer oferecer conta

    A rede tem clientes e marca, mas não quer o custo regulatório. O modelo permite lançar o produto com a instituição assumindo a operação regulada.

    Expansão sem agência

    Alcançar clientes em regiões onde não há estrutura física deixa de exigir investimento em ponto de atendimento.

    FUNCIONALIDADES

    O que pode compor o produto.

    • Ambientes segregados por marca parceira
    • Parametrização e relatórios individualizados
    • Governança e compliance centralizados
    • Painéis dedicados por parceiro
    • Integração em tempo real com os sistemas de cada marca
    • Controle de limites e alçadas por ambiente
    • Contabilização consolidada
    • Trilha de auditoria por parceiro
    BENEFÍCIOS

    O impacto no resultado.

    Licença monetizada

    Autorização e infraestrutura, que são custo fixo, passam a gerar receita proporcional ao volume dos parceiros.

    Crescimento sem investimento físico

    A base cresce pela rede dos parceiros, sem abrir agência nem contratar time comercial.

    Governança preservada

    Distribuir a operação não significa distribuir o controle: compliance e limites permanecem centralizados.

    Diversificação de receita

    A instituição deixa de depender apenas do próprio quadro social para crescer.

    POR QUE COOPERATIVAS & INSTITUIÇÕES

    Por que isso importa neste setor.

    Poucas instituições possuem autorização regulatória, e muitas empresas possuem base de clientes. Essa assimetria é o fundamento do modelo de BaaS, e cooperativas estão particularmente bem posicionadas: costumam ter licença, capital e uma cultura de servir organizações do próprio ecossistema. Oferecer infraestrutura a terceiros é uma extensão natural do princípio cooperativista de estruturar serviços para quem não conseguiria montá-los sozinho.

    OUTROS MERCADOS

    Onde essa solução também se aplica.

    A mecânica muda de nome e de contexto conforme o setor, mas a base é a mesma. Veja como o Finfy atende cada um deles.

    FAQ · BAAS MULTIMARCA E SUB-BANCOS

    Dúvidas sobre baas multimarca e sub-bancos.